Elizabet Báthory nasceu na Hungria, e foi criada na propriedade de sua família, na Transilvânia. Quando criança, ela sofreu doenças repentinas, acompanhadas de intenso rancor e comportamento incontrolável.
Vaidosa e bela, Elizabet ficou noiva do conde Nádasdy aos onze anos de idade, passando a viver, em seu castelo. Em 1574, ela engravidou de um camponês quando tinha apenas 14 anos. Quando a gravidez se tornou visível, escondeu-se até a chegada do bebê. O conde Nádasdy era militar e, muitas vezes, viajava por longos períodos. Nesse meio tempo, Elizabet cuidava dos assuntos da família. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a se revelar, com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens.
À época, a crueldade com os criados era comum, mas o nível de crueldade de Elizabet era absurdo. Ela não apenas punia os que desobedeciam, como também encontrava desculpas para aplicar castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, sob as unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas.
Diz-se que certo dia a condessa, já sem o frescor da juventude, estava a ser penteada por uma jovem criada, quando esta puxou os seus cabelos acidentalmente. Elizabet virou-se para ela e espancou-a. O sangue espirrou e algumas gotas caíram na sua mão. Ao esfregar o sangue, pareceu-lhe que estas a rejuvenesciam. Foi após esse incidente que passou a banhar-se em sangue humano. Reza a lenda que, em um calabouço, existia uma gaiola pendurada no teto, construída com lâminas, ao invés de barras. A condessa se sentava em uma cadeira embaixo desta gaiola. Então, era colocado um prisioneiro nesta gaiola e um guarda espetava e atiçava o prisioneiro com uma lança comprida. Este se debatia, o que fazia com que se cortasse nas lâminas da gaiola, e o sangue resultante dos cortes, banhava Elizabet.
O marido de Elizabet juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos.
O conde Nádasdy morreu em 1604, e Elizabet mudou-se para Viena após o seu enterro. A partir daí, realizou seus atos mais famosos e depravados.
No início do verão de 1610, tiveram início as primeiras investigações sobre os crimes de Elizabet Báthory. Elizabet foi presa no dia 26 de dezembro de 1610. O julgamento teve início alguns dias depois. Foi apresentada como prova uma agenda encontrada nos aposentos de Elizabet, a qual continha os nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra.
Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas. Elizabet foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento do castelo de Čachtice, sem portas ou janelas. Fugiu misteriosamente em 21 de agosto de 1614, e passou-se a acreditar que ela estaria jovem por muitas décadas à base de sangue de jovens moças. Trezentos anos depois, surgiram boatos de que Elizabeth estaria vivendo em Wolfsburg na Alemanha, mas ninguém procurou se aprofundar nessa história. Apenas 30 anos depois, O maléfico Conde de Hannover mandou investigar a história, quando o Dr. Paul Winstrol começou a realizar experiências sobre o medo. Com a participação de Elizabet Báthory, as experiências do dr vão ficar cadavez mais sangrentas. Preapare o seu sangue para a noite do medo, dia 19 de novembro!
